Publicado 21/04/2025 12:20

Santiago (IU) censura o governo por declarar luto oficial pela morte do Papa: o Estado é "não-confessional".

Archivo - Arquivo - O porta-voz de Sumar na Comissão de Interior do Congresso dos Deputados, Enrique Santiago, durante uma coletiva de imprensa no Congresso dos Deputados, em 30 de janeiro de 2025, em Madri (Espanha).
Eduardo Parra - Europa Press - Arquivo

MADRID 21 abr. (EUROPA PRESS) -

O porta-voz parlamentar da IU e membro do grupo Sumar no Congresso, Enrique Santiago, criticou o fato de o governo e as comunidades autônomas terem declarado luto oficial pela morte do Papa Francisco, uma vez que não é uma medida coerente dentro de um estado não confessional.

Foi o que ele disse em uma mensagem na rede social 'X', depois que o Governo decidiu declarar três dias de luto oficial, a partir desta segunda-feira até quarta-feira, pela morte do Papa, conforme detalhado pelo Ministro da Presidência, Justiça e Relações com os Tribunais, Félix Bolaños. Essa medida também foi decretada por várias regiões autônomas.

Santiago enfatizou que sua organização expressou suas "condolências" e "admiração" pelo Papa e seu trabalho, mas respondeu que "um Estado não confessional não declara luto oficial quando o chefe de uma denominação religiosa morre". "Coerência", concluiu.

Em um comentário anterior nas redes sociais, ele lamentou a morte do Papa Francisco, considerando que seu "pontificado e suas encíclicas aproximaram a Igreja dos valores de fraternidade e respeito ao meio ambiente" que eles compartilham.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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