SANTANDER 6 mar. (EUROPA PRESS) - A Câmara Municipal de Santander instaurará um processo informativo e sancionatório contra o agente da Polícia Local que “não fez o seu trabalho” ao ser avisado pela sala do 112 do mau estado da passarela de El Bocal no dia anterior ao acidente que causou a morte de seis jovens devido ao colapso desta ponte.
Foi o que anunciou nesta sexta-feira, em coletiva de imprensa, a prefeita de Santander, Gema Igual, que reconheceu que a cadeia de resposta da Polícia Local “falhou”.
Segundo a Europa Press, o Serviço de Emergências 112 recebeu a chamada de um cidadão que alertou para o mau estado da passarela de El Bocal no dia anterior ao acidente e imediatamente avisou a Polícia Local de Santander. Mais concretamente, um vizinho ligou para o 112 na segunda-feira passada para avisar que a ponte de madeira estava partida e que, se alguém passasse por ela, poderia cair. Em seguida, a gestora da sala do Centro de Atendimento a Emergências ligou para a polícia para transmitir a mensagem, conforme foi confirmado por esta agência.
No entanto, tudo indica que não foram tomadas medidas, uma vez que a passarela ruiu no dia seguinte, terça-feira, quando o grupo de sete estudantes do Centro Integrado de Formação Profissional (CIFP) La Granja de Heras fazia um percurso pela zona.
Após o desabamento, os jovens — todos com cerca de 20 anos — caíram em uma área rochosa e apenas um deles sobreviveu, encontrando-se na UTI do Hospital Valdecilla.
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