Publicado 13/02/2025 17:15

Sánchez transmite o apoio da Espanha a Zelenski após o consenso entre Putin e Trump para uma "solução negociada".

Archivo - Arquivo - O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez (à esquerda), e o presidente da Ucrânia, Volodímir Zelenski (à direita), conversam em sua chegada ao Palácio de Blenheim, em 18 de julho de 2024, em Woodstock, Oxfordshire (Reino Unido). O
Pool Moncloa/Fernando Calvo - Arquivo

MADRID 13 fev. (EUROPA PRESS) -

O presidente do governo, Pedro Sánchez, manteve uma conversa telefônica com o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, na qual transmitiu o apoio da Espanha à defesa de sua soberania após o consenso que o Kremlin assegurou ter havido entre Vladimir Putin, da Rússia, e seu homólogo norte-americano, Donald Trump, para alcançar uma "solução política e negociada" para o conflito na Ucrânia.

"Uma guerra injusta não pode terminar com um acordo de paz injusto", escreveu ele em uma mensagem na rede social X, explicando que a Ucrânia "pode continuar a contar com a Espanha".

"Esse apoio vai além das palavras, como mostramos nos últimos três anos. A Europa continuará a apoiar a aspiração da Ucrânia por uma paz justa e duradoura. A Ucrânia quer a paz e a Europa quer a paz", acrescentou.

O compromisso de Moscou e Washington é retomar esse diálogo "imediatamente", como afirmou o próprio Trump, que chegou a dar como certa uma futura reunião e levantou a Arábia Saudita como um possível cenário. No entanto, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse à mídia que "os detalhes (da reunião) ainda não foram definidos".

Por sua vez, Zelenski reiterou que eles não podem aceitar nenhuma "negociação bilateral" que não inclua a Ucrânia, cuja posição, segundo ele, deve ser uma prioridade em todo esse caso, e que ele só falará com a Rússia quando for estabelecido um plano em conjunto com os Estados Unidos para "deter Putin".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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