Publicado 05/03/2026 17:02

Sánchez transmite ao presidente do Líbano o seu “total apoio” após os bombardeamentos de Israel: “Chega de escaladas”

O presidente do Governo, Pedro Sánchez, antes de receber o Grão-Duque Guilherme V, no Palácio da Moncloa, em 5 de março de 2026, em Madri (Espanha). Os Grão-Duques do Luxemburgo, Guilherme V e Stéphanie Marie, iniciam hoje uma visita de presença.
Alejandro Martínez Vélez - Europa Press

MADRID 5 mar. (EUROPA PRESS) - O chefe do Executivo, Pedro Sánchez, transmitiu nesta quinta-feira ao presidente do Líbano, Joseph Aoun, seu “total apoio” após a onda de bombardeios lançados por Israel contra o país. “Chega de escaladas”, declarou.

“Acabei de falar com o presidente do Líbano, Joseph Aoun, sobre a grave situação em Beirute e no resto do país”, informou ele por meio de uma mensagem na rede social “X”, divulgada pela Europa Press. “O povo libanês pode contar com nosso total apoio e assistência humanitária aos milhares de deslocados”, continuou ele.

Assim se expressou depois de as autoridades do Líbano terem elevado para mais de 100 o número de mortos e para quase 640 o de feridos devido à onda de bombardeios lançada por Israel contra o país em resposta ao lançamento de projéteis pelo partido-milícia xiita Hezbollah em vingança pelo assassinato do líder supremo do Irã, o aiatolá Alí Jamenei, na ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o país asiático. O Centro de Operações de Emergência do Ministério do Líbano indicou em um breve comunicado que até agora foram confirmados “102 mártires e 638 feridos”. O novo balanço é conhecido depois que o Exército israelense pediu a evacuação de até quatro bairros no sul da capital, Beirute: Haret Hreik, Chiyá, Burj el Brajné e Hadath. Diante disso, Sánchez pediu que cessem as “escaladas”, a “destruição” e a “guerra”. “Chega de escaladas. Chega de destruição. Não à guerra”, defendeu. ECHO DAS PALAVRAS DO PAPA Com estas palavras, o presidente do Governo faz eco da mensagem enviada pelo Papa Leão XIV, na qual apelou aos líderes das nações para que “abandonem os projetos de morte” e “parem a corrida ao armamento”.

Especificamente, o Papa elevou seu “apelo pela paz no mundo, rogando que as nações renunciem às armas e escolham o caminho do diálogo e da diplomacia”. Palavras que ele expressou no vídeo das intenções de oração para o mês de março, intitulado “Pelo desarmamento e pela paz”, no âmbito do projeto “Reze com o Papa”.

“Senhor, ilumine os líderes das nações, para que tenham a coragem de abandonar projetos de morte, deter a corrida armamentista e colocar no centro a vida dos mais vulneráveis. Que nunca mais a ameaça nuclear condicione o futuro da humanidade”, sublinhou o Pontífice.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contador

Contenido patrocinado