Eduardo Parra - Europa Press - Arquivo
MADRID 19 jan. (EUROPA PRESS) - O presidente do Governo, Pedro Sánchez, fará uma declaração a partir da zona do acidente de dois trens de alta velocidade em Adamuz (Córdoba), que causou a morte de pelo menos 39 pessoas e 152 feridos, juntamente com o ministro dos Transportes, Óscar Puente.
Puente garante que, após três horas no local, constataram a gravidade do ocorrido e as “terríveis consequências”, mas assegura que, neste momento, “ninguém sabe” as causas do acidente. Por isso, pediu “prudência” diante de “análises precipitadas” e “baseadas em meras especulações”, indicou em uma mensagem no X recolhida pela Europa Press.
Sánchez saiu de La Moncloa nesta segunda-feira por volta das 11h em direção ao local onde ocorreu o descarrilamento dos trens e se dirigirá aos cidadãos por volta das 13h30, segundo informações da Moncloa e do próprio Puente.
O presidente do Governo cancelou sua agenda desta segunda-feira e de boa parte da semana, na qual tinha previsto se reunir com o líder da oposição e os demais grupos parlamentares em La Moncloa e também viajar a Davos (Suíça) para participar do Fórum Econômico Mundial.
Até o momento, as causas do acidente não são conhecidas, embora o ministro dos Transportes, Óscar Puente, tenha dito que lhe parecia “estranho” porque ocorreu em uma reta, o trem era novo e a via havia sido renovada recentemente naquela área.
Trata-se do acidente ferroviário mais grave ocorrido na Espanha desde o de Angrois, em Santiago de Compostela, em 2013, que causou 80 mortes.
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