Eduardo Parra - Europa Press
MADRID 30 out. (EUROPA PRESS) -
O chefe do Executivo, Pedro Sánchez, e o presidente do comitê de investigação do Senado sobre o "caso Koldo", o "popular" Eloy Suárez Lamata, protagonizaram uma briga no início do interrogatório do presidente do governo, com acusações cruzadas e diferentes pedidos de ordem aos senadores socialistas.
Foi durante as perguntas da senadora da UPN, María del Mar Caballero, que Eloy Suárez decidiu intervir para dizer a Sánchez que ele estava fazendo uma pergunta "muito específica" que, em sua opinião, não foi respondida: "Entendo que o senhor queira estender o tempo como achar melhor".
Nesse contexto, o presidente do comitê advertiu que, se acreditar que Sánchez está "abusando" desse comportamento, ele verá "a necessidade de estender o tempo" que os grupos têm.
Diante disso, Sánchez usou de ironia para responder a Eloy Suárez Lamata: "Gostaria de agradecer ao presidente deste comitê por sua imparcialidade, isso é sarcasmo".
Isso provocou outra resposta de Eloy Suárez, que o advertiu de que não vai discutir com ele, que ele é o protagonista e que sua "obrigação" é que essa sessão da comissão de inquérito seja fundamentada. "Você demonstra uma coragem tremenda, sabendo que não posso me defender", acrescentou.
De fato, o presidente da comissão de inquérito chamou à ordem o secretário de Estado para Relações com as Cortes, Rafael Simancas, e o porta-voz do PSOE nessa comissão de inquérito, Alfonso Gil.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático