Pool Moncloa / Borja Puig de la Bellacasa
MADRID 3 jan. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Governo, Pedro Sánchez, pediu neste sábado "desescalada" e "responsabilidade" diante dos ataques dos Estados Unidos na Venezuela, ao mesmo tempo em que assegurou que o Executivo está realizando um monitoramento exaustivo da situação no país.
"O governo espanhol está monitorando de perto os acontecimentos na Venezuela. Nossa embaixada e consulados estão operacionais", disse Sánchez em uma mensagem no 'X'.
Nesse contexto, o presidente do Executivo enfatizou que "o direito internacional e os princípios da Carta das Nações Unidas devem ser respeitados".
O Ministério das Relações Exteriores, União Europeia e Cooperação anunciou que está monitorando de perto a situação na Venezuela, em coordenação com seus parceiros na União Europeia e nos países da região.
Por sua vez, o governo venezuelano denunciou uma série de ataques aéreos realizados pelos Estados Unidos contra "o território e a população venezuelanos em localidades civis e militares" na capital do país, Caracas, e nos estados de Miranda (onde fica a cidade), Aragua e La Guaira, no que condenou como uma "agressão militar muito grave contra o território e a população venezuelanos".
Nesse contexto, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o Exército dos EUA "capturou" o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, a primeira-dama Cilia Flores, que foram transferidos para fora do país.
O governo venezuelano, por meio de sua vice-presidente Delcy Rodríguez, admitiu que até o momento não tem registro do paradeiro do casal e exigiu que Trump entregasse a prova de vida de ambos.
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