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PEQUIM 13 abr. (Reportagem especial da EUROPA PRESS, por Daniel Blanco) -
O presidente do Governo, Pedro Sánchez, pediu à China maior envolvimento e que exija o fim da guerra no Irã e o cumprimento do direito internacional, conforme expressou em sua primeira intervenção durante a viagem oficial à China que começa nesta segunda-feira.
"Sei que a China está plenamente consciente e está fazendo muito, e comemoro isso, mas acredito que ela pode fazer mais, exigindo, como já está fazendo, que o direito internacional seja cumprido e que cessem os conflitos no Líbano, no Irã, em Gaza, na Cisjordânia e na Ucrânia", afirmou Sánchez em seu discurso na Universidade de Tsinghua, enfatizando que "o direito internacional é a base de tudo".
No âmbito econômico, Sánchez pediu ao gigante asiático que “se abra” para que a Europa “não tenha que se fechar” e solicitou a redução do atual déficit comercial que, em sua opinião, “não é equilibrado” e só no ano passado aumentou 18%.
Essa diferença entre importações e exportações é “insustentável” no médio prazo devido aos “movimentos isolacionistas e aos agravios e sofrimento social que provoca”, indicou ele, reclamando maior abertura econômica.
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