David Zorrakino - Europa Press - Arquivo
MADRID 16 fev. (EUROPA PRESS) -
O presidente do governo, Pedro Sánchez, participará da cúpula informal convocada em Paris na segunda-feira por Emmanuel Macron para abordar o novo cenário que se abriu na Ucrânia.
O presidente francês reunirá os chefes da União Europeia, da OTAN e outros sete chefes de Estado e de governo, incluindo o primeiro-ministro, Pedro Sánchez, para discutir o futuro da segurança na Europa após a Conferência de Segurança de Munique, neste fim de semana, marcada pela aproximação entre Donald Trump e Vladimir Putin e seu impacto na guerra na Ucrânia.
Neste contexto, o presidente Macron "organizou uma reunião informal que começará na segunda-feira à tarde" e que contará com a presença da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, do presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa, e do secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, que acompanhará os líderes, de acordo com um porta-voz da UE que informou a Europa Press.
Também participarão da reunião o chanceler alemão, Olaf Scholz, a primeira-ministra britânica, Keri Starmer, o primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, o primeiro-ministro da Holanda, Dick Schoof, e a primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen.
Macron pretende com essa reunião "iniciar um período de consultas entre os líderes europeus sobre a situação na Ucrânia e as questões de segurança europeia", acrescenta o porta-voz, "que poderia continuar logo depois em outros formatos com o objetivo de aproximar todos os parceiros interessados na paz e na segurança na Europa".
O ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Nöel Barrot, já havia anunciado no domingo que os líderes dos "principais países europeus" se reuniriam amanhã em Paris para discutir essa questão após o primeiro contato com a nova administração dos EUA durante a última Conferência de Segurança em Munique.
A Conferência de Munique foi marcada por tensões entre os Estados Unidos e os países europeus sobre o aumento dos gastos com defesa e a futura relação de segurança com a Ucrânia em meio a uma nova aproximação entre Trump e Putin.
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