David Oller - Europa Press - Arquivo
MADRID 1 set. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Governo, Pedro Sánchez, negou que o chefe do Executivo catalão, Salvador Illa, vá se reunir nesta terça-feira com o líder do Junts, Carles Puigdemont, para garantir o voto do partido nacionalista ao Orçamento Geral do Estado (PGE) e enquadrou essa visita a Bruxelas na política de "diálogo e convivência" promovida pela Generalitat.
Em uma entrevista ao 'Telediario' da 'TVE', que foi captada pela Europa Press, Sánchez reconheceu que foi informado pelo próprio presidente da Generalitat sobre a reunião com Puigdemont, uma decisão "coerente" com "a política de normalização do diálogo e da coexistência com a qual o presidente Illa está comprometido".
Para Sánchez, essa reunião "de um ponto de vista político" é "correta". "Porque acredito que quando se olha para frente, como a sociedade catalã e a sociedade espanhola como um todo está fazendo", enfatizou.
O presidente da Generalitat também se manifestou no mesmo sentido, enquadrando a visita a Bruxelas como um desejo de "enviar uma mensagem" de diálogo. "O motor de arranque do carro na democracia é o diálogo. Eu vou em busca disso", disse Illa, lamentando não poder receber o ex-presidente catalão no Palau de la Generalitat, pois a lei de anistia não foi aplicada, e confirmando que a reunião foi promovida por ele e posteriormente aceita por Puigdemont.
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