Eduardo Parra - Europa Press
MADRID 12 fev. (EUROPA PRESS) -
O presidente do governo, o socialista Pedro Sánchez, negou que haja uma crise interna entre os parceiros do Executivo, PSOE e Sumar, sobre a tributação do salário mínimo, após o visível confronto entre eles depois do Conselho de Ministros realizado no dia anterior.
"De forma alguma", respondeu Sánchez quando questionado sobre o assunto nos corredores do Congresso dos Deputados na saída da sessão de controle do Governo na quarta-feira.
O PSOE e a Sumar tiveram um confronto público no dia anterior, depois que o Ministério das Finanças da socialista María Jesús Montero decidiu que o salário mínimo - cujo aumento foi aprovado na terça-feira - teria que ser tributado no IRPF.
Sumar se opõe à tributação e, na quarta-feira, o parceiro minoritário disse que esperava que o PSOE reconsiderasse e não levasse adiante essa decisão.
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