Pool Moncloa/Borja Puig de la Bellacasa - Arquivo
MADRID 31 ago. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Governo, Pedro Sánchez, negou que haja “contradições” entre o ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, e a ministra da Defesa, Margarita Robles, admitindo que houve relatórios tanto do CNI quanto da Polícia Nacional nos dias que antecederam a entrada em massa de migrantes em Ceuta, mas que “ninguém previu a avalanche”.
Em entrevista à Cadena Ser, divulgada pela Europa Press, ele admitiu que “às vezes, quando se veem essas declarações, dá a impressão de que há contradições, mas não há”, em referência ao desentendimento entre os dois ministros, depois que Robles afirmou que o CNI havia alertado e que Marlaska negou que houvesse informação prévia sobre o que iria acontecer.
“Ninguém negou que tenha havido relatórios de situação por parte do Centro Nacional de Inteligência”, destacou o presidente, que admitiu que houve relatórios desse tipo tanto desse órgão quanto da Polícia Nacional nos dias anteriores, ao mesmo tempo em que garantiu que “não houve nenhuma informação que indicasse a magnitude e a gravidade da crise que iríamos enfrentar nos dias 30 e 31”.
“Ninguém previu que teríamos uma onda de eventos dessas características”, enfatizou.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático