Publicado 20/10/2025 12:06

Sanchez insiste em incluir os gastos com mudanças climáticas nos gastos com defesa da OTAN

O Presidente do Governo, Pedro Sánchez, posa com os líderes dos países MED-9 da UE e o Rei da Jordânia, Abdullah II, em 20 de outubro de 2025, em Portoroz (Eslovênia). Sánchez viaja para a Eslovênia na segunda-feira para participar da cúpula de líderes do
Pool Moncloa/Borja Puig de la Bellacasa

MADRID 20 out. (EUROPA PRESS) -

O presidente do governo, Pedro Sánchez, insistiu que pode contar alguns itens de investimento contra a mudança climática como parte dos gastos com segurança e defesa comprometidos com a OTAN, que devem chegar a 2% do Produto Interno Bruto (PIB) até 2025.

Sánchez fez essas declarações em uma aparição perante a mídia na Eslovênia, após a cúpula Med9 com os outros países mediterrâneos da União Europeia, quando perguntado se ele havia buscado apoio de outros países para esse fim.

Embora não tenha esclarecido se há mais países europeus apoiando-o, Sánchez insistiu que "algumas dessas políticas" de combate às mudanças climáticas "podem ser consideradas políticas ligadas à segurança e à defesa". "E é isso que o governo espanhol está fazendo em consonância com a União Europeia e também com a OTAN", destacou.

"O governo é claro quanto a isso", defendeu Sánchez, que pretende destinar "13%" a itens relacionados a emergências climáticas e proteção civil, dos mais de 10 bilhões de euros de aumento de investimento para atingir 2% do PIB em defesa neste ano.

Na última cúpula da OTAN, o primeiro-ministro concordou em atingir apenas 2,1% dos gastos com defesa, apesar de os demais aliados terem se comprometido a investir mais do que o dobro desse valor e atingir 5%.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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