Matias Chiofalo - Europa Press
MADRID 8 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez, instou nesta quarta-feira para que o Líbano faça parte do cessar-fogo acordado entre os Estados Unidos e o Irã e para que a União Europeia suspenda seu Acordo de Associação com Israel diante da ofensiva que este país mantém em território libanês.
Em uma mensagem nas redes sociais, Sánchez criticou o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pelo que classificou como o ataque de Israel contra o Líbano “mais violento desde o início da ofensiva”. “Seu desprezo pela vida e pelo Direito Internacional é intolerável”, denunciou o chefe do Executivo.
Além disso, pediu que a UE suspenda seu Acordo de Associação com Israel e que a comunidade internacional condene “esta nova violação do Direito Internacional”. “Não deve haver impunidade diante desses atos criminosos”, acrescentou.
Sánchez considerou nesta quarta-feira de manhã uma “boa notícia” o anúncio de um cessar-fogo de doze dias, ao mesmo tempo em que instou a defender a “diplomacia” sem “esquecer o caos, a destruição e as vidas perdidas” causados pela guerra.
Suas declarações estão em linha com as do ministro das Relações Exteriores, José Manuel Albares, que transmitiu nesta quarta-feira ao seu homólogo libanês, Yusef Raggi, seu apoio à extensão do cessar-fogo a esse país.
Em uma mensagem nas redes sociais, Albares anunciou a conversa com o chefe da diplomacia libanesa, na qual também transmitiu o apoio à soberania nacional do país, a rejeição aos ataques do Hezbollah e de Israel e o apoio à Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL).
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