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MADRID 13 jan. (EUROPA PRESS) - O presidente do Governo, Pedro Sánchez, exigiu que o Irã cessasse os atos de repressão contra protestos pacíficos e explicou que a Espanha convocou o embaixador iraniano para manifestar sua repulsa à violência contra os manifestantes, que até o momento já causou 640 mortes.
“O Irã deve cessar imediatamente a repressão aos protestos pacíficos, as detenções arbitrárias e as restrições à liberdade de expressão”, afirmou Sánchez em uma mensagem em sua conta no X, divulgada pela Europa Press. Ele também explicou que o governo exigiu ao embaixador, Reza Zabib, que os direitos fundamentais de todos os iranianos sejam respeitados.
Nesta terça-feira, Zabib foi convocado pelo Ministério das Relações Exteriores para transmitir a “repulsa” do Executivo à repressão aos protestos, segundo informou o departamento dirigido por José Manuel Albares.
O embaixador da República Islâmica reconheceu o “direito de protestar” dos cidadãos no âmbito das manifestações multitudinárias dos últimos dias, embora tenha denunciado que “grupos terroristas” estão se aproveitando dessa conjuntura para semear a violência.
O diplomata iraniano transmitiu que Teerã “reconhece o direito de protestar e a liberdade de expressão” e que, como prova disso, “nas últimas duas semanas, isso foi reiteradamente enfatizado nos mais altos níveis”.
Além disso, denunciou que “grupos terroristas” se aproveitaram “indevidamente dos protestos civis” com “terríveis dimensões de violência” entre 8 e 10 de janeiro, em linha com o que o regime iraniano vem alegando.
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