Alejandro Martínez Vélez - Europa Press
MADRID 17 jun. (EUROPA PRESS) -
O secretário-geral do PSOE e presidente do governo, Pedro Sánchez, enviou uma carta à militância do partido socialista após a crise causada pela renúncia do ex-secretário de Organização, Santos Cerdán, na qual garante que continuará, denuncia uma operação de "demolição moral" que os socialistas estão enfrentando e propõe um debate contra a corrupção.
Em uma carta com o logotipo do PSOE, Sánchez diz que compartilha os sentimentos de "dor, indignação e uma mistura de perplexidade e tristeza" que, em sua opinião, o relatório da UCO que aponta Cerdán como recebedor de subornos provocou nas fileiras do PSOE.
"A suspeita de que colegas com grandes responsabilidades tenham traído a confiança deste partido e dos cidadãos é uma ferida que machuca a todos nós", disse Sánchez, que defende que eles agiram com "firmeza", pedindo "a renúncia imediata de quem quer que esteja envolvido".
Ele também insistiu que não estava ciente do relatório da UCO até a manhã de 12 de junho e considera que isso "fala da saúde democrática" do país porque o Executivo não interfere nas investigações judiciais "como fez em grande parte da última década", disse ele, referindo-se ao governo do PP.
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