Eduardo Parra - Europa Press
MADRID 30 out. (EUROPA PRESS) -
O presidente do governo, Pedro Sánchez, garantiu que não sabia que a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, estava proibida de entrar na Espanha e que impediu sua entrada assim que soube que ela chegaria, em janeiro de 2020. De qualquer forma, ele quis deixar claro que não é incomum que o chefe do Executivo não tenha conhecimento de todas as visitas de ministros estrangeiros.
Em seu comparecimento à "Comissão Koldo" do Senado e às perguntas da senadora do Más Madrid, Carla Delgado, o presidente explicou que seu então ministro José Luis Ábalos o informou sobre a visita da vice-presidente da Venezuela, uma chegada que ele vinculou à celebração em Madri da Feira Internacional de Turismo (Fitur) nessas datas.
Conforme explicou, ele não sabia que a vice-presidente venezuelana, no contexto das sanções contra o regime de Nicolás Maduro, estava proibida de pisar em solo europeu, mas quando descobriu, informou a Ábalos que não poderia recebê-la: "Eu disse ao então ministro José Luis Ábalos que ela não poderia estar em solo europeu", explicou. Quando o governo sabe disso e, nesse caso, eu como presidente, isso é efetivamente evitado".
Além disso, disse ele, "o fato de ministros e primeiros-ministros visitarem a Espanha sem o conhecimento do presidente do governo é bastante comum, bastante comum". "Portanto, não podemos fazer um suposto escândalo a partir de algo comum", acrescentou.
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