Publicado 19/06/2025 09:03

Sánchez diz que não é "razoável" pedir à Espanha que gaste 5% em defesa e pede que a OTAN torne isso "opcional".

Archivo - Arquivo - O primeiro-ministro, Pedro Sánchez, conversa com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, durante a cúpula da Comunidade Política Europeia, em 16 de maio de 2025, em Tirana (Albânia).
Pool Moncloa/Fernando Calvo - Arquivo

MADRID 19 jun. (EUROPA PRESS) -

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, enviou uma carta ao secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, na qual afirma que a Espanha não pode se comprometer a aumentar os gastos com defesa para 5% do PIB na cúpula da próxima semana e pede que seja feita uma exceção ou que o objetivo seja opcional".

"Não é razoável e seria contraproducente", disse ele na carta, à qual a Europa Press teve acesso. Sánchez argumenta que cada governo pode legitimamente decidir se está disposto a fazer esse sacrifício - "como um aliado soberano, optamos por não fazê-lo" - e pede a Rutte uma alternativa para não "limitar as ambições de gastos de outros aliados".

Especificamente, o primeiro-ministro propõe que "uma fórmula mais flexível" seja incluída na declaração da cúpula em Haia para tornar "a meta de gastos opcional ou para excluir a Espanha da aplicação" da meta de 5%.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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