MADRID 11 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente do governo, Pedro Sánchez, disse à segunda vice-presidente e líder da Sumar, Yolanda Díaz, que o aumento dos gastos com segurança e defesa não será feito em detrimento dos gastos sociais, de acordo com fontes do governo. Ele também disse que seu objetivo é atingir a meta de 2% do PIB para essa área "o mais rápido possível", sem especificar uma data específica.
Sánchez e Díaz tiveram uma reunião na terça-feira, que durou cerca de duas horas, na qual discutiram a situação na Ucrânia e os compromissos assumidos para fortalecer a segurança no continente.
Nos dias anteriores, Sánchez havia expressado sua disposição de "acelerar" os gastos com defesa para atingir o valor de 2% do PIB antes de 2029, a data inicialmente comprometida. No entanto, a mudança geopolítica provocada pela chegada do presidente Donald Trump à Casa Branca e a retirada do apoio à Ucrânia levaram a OTAN e a UE a aumentar a pressão sobre os países membros para que dediquem mais fundos à segurança e à defesa.
No entanto, Sumar chegou a essa reunião rejeitando o aumento do investimento militar e com uma diversidade de posições entre os partidos que compõem a coalizão.
Nesse sentido, fontes do governo apontam que a reunião entre Sánchez e Díaz foi cordial e, nela, o presidente do governo indicou que seu objetivo é atingir a meta de 2% do PIB "o mais rápido possível", sem mais especificações.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático