Pool Moncloa/Fernando Calvo
MADRID 9 nov. (EUROPA PRESS) -
O presidente do governo, Pedro Sánchez, defendeu neste domingo que a Espanha "está e continuará ao lado da América Latina e do Caribe" para continuar promovendo "a estabilidade, a prosperidade e a abertura" em "um mundo incerto".
"A Espanha está e continuará ao lado da América Latina e do Caribe. Em um mundo incerto, fortalecemos a aliança UE-CELAC para promover a cooperação, o multilateralismo e a prosperidade em ambos os lados do Atlântico. Uma relação estratégica fundamental para a estabilidade e o progresso de nossas regiões", disse ele em uma mensagem na rede social 'X', relatada pela Europa Press.
Foi o que ele disse durante sua participação na IV Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e da União Europeia. A reunião está sendo realizada na cidade colombiana de Santa Marta e conta com a participação de representantes de mais de quarenta países, incluindo chefes de Estado e de governo, além de vinte organizações internacionais.
De acordo com uma declaração do Executivo, durante seu discurso na sessão plenária, Sánchez destacou o valor da reunião, enfatizando que, durante a presidência espanhola da União Europeia em 2023, a Espanha "relançou" as reuniões entre as duas regiões e a aliança estratégica, que ele descreveu como um "imperativo geoestratégico" no atual contexto geopolítico: "A Europa e a América Latina podem e devem ser um farol de estabilidade, prosperidade e abertura".
Sánchez indicou que "somente um sistema internacional baseado em regras pode responder aos grandes desafios transnacionais, como a emergência climática, o crime organizado, a inteligência artificial e a justiça tributária". Nesse sentido, ela afirmou que o próximo Secretário-Geral das Nações Unidas deveria ser uma mulher e um latino-americano, em reconhecimento ao "compromisso da América Latina com o multilateralismo, a igualdade e a justiça".
"APROFUNDAMENTO DAS RELAÇÕES COM O MÉXICO".
No que se refere ao comércio, a chefe do Executivo enfatizou "a posição favorável da Espanha" à aprovação do acordo com o Mercosul antes do final do ano, bem como o "aprofundamento" das relações com o México por meio da "modernização" do Acordo Global assinado entre os dois países.
Em relação ao investimento, destacou a "liderança" da Espanha como principal investidor na América Latina, "contribuindo" para a Agenda Global Gateway com 9,4 bilhões de euros, dos quais 5,3 bilhões "já foram mobilizados" para operações na região e projetos de conectividade, transição verde e digital, saúde e infraestrutura sustentável.
Em suma, ele destacou "os vínculos que unem ambas as regiões", enfatizando particularmente "os pilares" das relações entre a Espanha e a América Latina e o Caribe "com base na história comum, nos laços sociais e no idioma".
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