Publicado 21/07/2025 15:02

Sánchez defende uma frente progressista no Chile diante de uma direita que "sucumbiu ao discurso da extrema direita".

21 de julho de 2025, Chile, Santiago: (E-D) O presidente uruguaio Yamandu Orsi, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente chileno Gabriel Boric, o primeiro-ministro espanhol Pedro Sanchez e o presidente colombiano Gustavo Petro posam
Sebastian Beltran Gaete/Agencia / DPA

SANTIAGO 21 jul. (Do enviado especial da EUROPA PRESS, Leyre Guijo) -

O presidente do governo, Pedro Sánchez, defendeu a necessidade de os líderes progressistas unirem forças para enfrentar a "internacional reacionária", já que a direita tradicional sucumbiu "à estrutura e ao discurso" da extrema direita.

Foi o que ele disse durante a reunião de alto nível 'Democracia Sempre', organizada pelo presidente chileno, Gabriel Boric, no Palacio de la Moneda, que também contou com a presença do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, do presidente colombiano, Gustavo Petro, e do presidente uruguaio, Yamandú Orsi, com o objetivo comum de oferecer uma frente comum contra o avanço da extrema-direita e a ameaça às instituições democráticas em todo o mundo.

"Cabe a nós, aos governos liderados por forças progressistas, liderar essa resposta" para defender a democracia, disse o Presidente do Governo, "e cabe a nós fazê-lo sozinhos, se necessário, junto com a sociedade civil".

De acordo com Sánchez, "é cada vez mais evidente que há uma direita, uma direita tradicional com a qual até pouco tempo atrás compartilhávamos consensos básicos, que abandonou esse trabalho histórico e sucumbiu ao discurso e à estrutura imposta pela extrema direita".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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