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BRUXELAS 24 out. (EUROPA PRESS) -
O presidente do governo, Pedro Sánchez, defendeu mais uma vez a lisura das contas do PSOE e acusou o PP, apontando que o financiamento irregular tem uma sede na Espanha e está "na Calle Génova".
Sánchez fez essas declarações de Bruxelas, na coletiva de imprensa após a reunião do Conselho Europeu, no mesmo dia em que o ex-gerente do partido, Mariano Moreno, e a atual gerente, Ana María Fuentes, compareceram à "Comissão Koldo" do Senado. Ambos foram convocados pelo PP para esclarecer os pagamentos em dinheiro ao ex-ministro José Luis Ábalos e ao seu ex-assessor Koldo García.
"O financiamento irregular tem uma sede na Espanha, que é paga com dinheiro em b, onde os salários também foram pagos em b e fica na Calle Génova", disse Sánchez.
A atual gerente apontou na Câmara Alta que Sánchez poderia ter recebido pagamentos em dinheiro, embora tenha assegurado que eles eram legais. Quando questionado sobre esse ponto, o chefe do Executivo defendeu que no PSOE a "rastreabilidade" de seus recursos é "total", como, em sua opinião, foi demonstrado no último relatório da UCO sobre a situação patrimonial de Ábalos.
"Como qualquer espanhol, o fato de eu ter pago as despesas que antecipei, bem, esse não é o problema", acrescentou.
Por fim, Sánchez garantiu que responderá às perguntas feitas pelos senadores na próxima semana, quando for convocado para a referida comissão Koldo. "Acredito que sou o presidente do governo que mais vezes compareceu às Cortes Gerais na história da democracia", ressaltou.
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