Publicado 06/03/2026 10:17

Sánchez defende a fragata em Chipre: O “Não à guerra” não significa não ser solidário com um parceiro da UE.

O presidente do Governo, Pedro Sánchez (à direita), junto com o primeiro-ministro da República Portuguesa, Luís Montenegro (à esquerda), cumprimentam as delegações espanhola e portuguesa durante os atos da XXXVI Cúpula Hispano-Portuguesa. Em 6 de março de
Francisco J. Olmo - Europa Press

PALOS DE LA FRONTERA (HUELVA), 6 (EUROPA PRESS)

O presidente do Governo, Pedro Sánchez, defendeu o envio da fragata “Cristóbal Colón” para Chipre, alegando que, com a mesma determinação com que a Espanha defende o “não à guerra”, também é solidária com um Estado-Membro da UE para contribuir para a “defesa e segurança coletiva” de um país que está sofrendo as consequências do conflito.

Em coletiva de imprensa por ocasião da XXXVI Cúpula Hispano-Portuguesa, ao lado de seu homólogo português, Luís Montenegro, o chefe do Executivo voltou a defender sua recusa à ofensiva israelense e americana contra o Irã, reivindicando o multilateralismo e um “vínculo transatlântico” baseado no respeito, onde “o direito internacional seja a espinha dorsal e não a confrontação o caminho a seguir”.

Perante o pedido de Chipre, Sánchez explicou que foi dado apoio a uma missão “de proteção, defesa e resgate” para a qual a Espanha contribui com a fragata “Cristóbal Colón”, que chegará nos próximos dias.

Sánchez disse que Chipre “sofreu um ataque em seu próprio território”. “E com a mesma determinação que nos leva a dizer ‘não à guerra’ no Irã, temos a determinação de ser solidários e ajudar, neste caso, um Estado-membro”, argumentou.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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