Pool Moncloa/Fernando Calvo y Pool UE
BRUXELAS 27 jun. (EUROPA PRESS) -
O presidente do governo, Pedro Sánchez, disse que continua comprometido com a OTAN, mesmo que se recuse a aumentar os gastos com defesa para 5% do PIB, mas não "segue cegamente" como, em sua opinião, "outros" na Espanha propõem, em referência ao líder do PP, Alberto Núñez Feijóo.
Em uma coletiva de imprensa em Bruxelas, no final da cúpula dos líderes europeus, ele expressou sua irritação com o fato de "alguns meios de comunicação" terem questionado seu compromisso "transatlântico e pró-europeu".
Ele também destacou que, durante a cúpula, não recebeu nenhum comentário dos outros líderes europeus de que a posição da Espanha de se recusar a cumprir os 5% poderia prejudicar as negociações comerciais que a União Europeia tem em andamento com os Estados Unidos.
Sánchez foi questionado sobre esse ponto, um dia depois de seu colega norte-americano, Donald Trump, atacar a Espanha por querer pagar menos do que outros aliados da OTAN e ameaçar impor encargos comerciais em retaliação.
"Ser pró-europeu e atlantista não implica o seguidismo cego que outros em nosso país propõem", disse Sánchez, alegando que pode cumprir suas obrigações com a OTAN, enviar tropas para países do Leste Europeu e, ao mesmo tempo, "defender o que é justo" e não fazer cortes nos serviços públicos.
Nesse sentido, ele garantiu que a Espanha continuará a ser uma parte fundamental da arquitetura de segurança e defesa da Europa e da OTAN.
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