Publicado 10/03/2026 20:39

Sánchez considera uma "obstinação pessoal" a recusa de Ayuso em criar um registo de opositores ao aborto.

Aparição diante da imprensa do presidente do Governo, Pedro Sánchez, após presidir, juntamente com seu homólogo português, Luís Montenegro, a cerimônia de assinatura dos acordos da XXXVI Cúpula Hispano-Portuguesa, no Auditório Magna da Universidade Intern
Clara Carrasco - Europa Press

MADRID 11 mar. (EUROPA PRESS) - O presidente do Governo, Pedro Sánchez, classificou como um “compromisso pessoal” a recusa da presidente de Madri, Isabel Díaz Ayuso, em criar um registro de objetores ao aborto, alegando que é mais uma forma de “continuar com sua guerra política”.

“Sejamos claros: é um ‘compromisso pessoal’ da presidente que as mulheres não possam exercer seus direitos em Madri”, afirmou o líder do Executivo nesta terça-feira por meio de uma mensagem na rede social ‘X’, divulgada pela Europa Press.

Ele se expressou assim após a decisão do Tribunal Superior de Justiça de Madri (TSJM) para que a Comunidade de Madri inicie os trâmites para criar esse registro; ao que a região defende que o órgão jurídico ainda não entrou “no mérito” da questão.

Diante disso, Sánchez criticou a governante madrilenha por continuar “se recusando a cumprir a Lei do Aborto”, mesmo “contra” a decisão do TSJM, argumentando que Ayuso coloca sua comunidade autônoma “fora da legalidade” apenas para “continuar com sua guerra política”.

“Iremos até ao fim para garantir os direitos e as liberdades das mulheres em todo o território espanhol”, afirmou o chefe do Executivo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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