Publicado 03/09/2026 03:30

Sánchez comparecerá ao Congresso nesta quinta-feira para detalhar as medidas para que Ceuta “retome a normalidade o mais rápido poss

Archivo - Arquivo - O presidente do Governo, Pedro Sánchez, comparece diante da imprensa na Assembleia de Ceuta, em 31 de julho de 2026, em Ceuta (Espanha). Sánchez visita Ceuta, acompanhado pelo ministro do Interior, para tratar da crise migratória que s
Pool Moncloa/Borja Puig de la Bellacasa - Arquivo

MADRID 3 set. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Governo, Pedro Sánchez, comparecerá nesta quinta-feira ao Congresso para apresentar as medidas adotadas para que Ceuta “retome a normalidade o mais rápido possível” após a crise causada pela entrada em massa de 72 mil pessoas nos dias 30 e 31 de julho.

Segundo informou o PSOE, Sánchez apresentará a situação em Ceuta “com rigor, responsabilidade e transparência, como sempre fez”.

O evento coincide com as manifestações em apoio a Ceuta e com a polêmica em torno do relatório do Centro Nacional de Inteligência e Fronteiras (CENIF) da Polícia Nacional, encaminhado à Audiencia Nacional, no qual se aponta a participação de agentes marroquinos.

O PSOE lembrou que o Governo já ativou 3.400 vagas de acolhimento temporário e aprovou um plano de emergência de 309 milhões de euros, o equivalente a 16% do PIB de Ceuta, para reforçar os serviços públicos, proteger sua economia e acelerar a recuperação da cidade.

Também lembrou que o número de afiliados à Previdência Social cresceu em mais de 300 pessoas em agosto e soma mais de 1.500 afiliados a mais em relação ao mesmo mês de 2025. “Nosso objetivo é recuperar a normalidade o mais rápido possível e continuar trabalhando lado a lado com a Cidade Autônoma, com base na lealdade institucional”, afirmaram os socialistas.

O PSOE lembrou que, nesta quinta-feira, no Congresso, espera ouvir as propostas da oposição, “em vez de criar tensão, alimentar discursos de ódio, pedir eleições pela enésima vez e se manifestar ao lado da extrema direita”. “Ceuta precisa de soluções, não de ser usada como arma política”, relembraram.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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