Pool Moncloa/Borja Puig de la Bellacasa
MONTEVIDÉU 22 jul. (Do correspondente especial da EUROPA PRESS, Leyre Guijo) -
O Presidente do Governo, Pedro Sánchez, defendeu que a "corrupção generalizada" e a formulação de leis que beneficiam poucos e não a maioria social terminaram com a moção de censura que o levou ao poder em 2018, contrastando assim os casos de corrupção que respingam no PSOE e no PP.
Em uma coletiva de imprensa com o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, em Montevidéu, e questionado sobre a responsabilidade que os líderes de ambos os partidos têm por trás dos casos do ex-secretário de organização do PSOE Santos Cerdán e do ex-ministro da Fazenda Cristobal Montoro, Sánchez quis deixar clara a maneira diferente de agir de ambos os partidos.
De acordo com o presidente, a primeira coisa a fazer é responder imediatamente a esses casos, como ele e o PSOE fizeram depois que o "caso Koldo" veio à tona, do qual o "caso Cerdán" acabou derivando. Em segundo lugar, devemos trabalhar com o sistema judiciário e, em terceiro lugar, acrescentou, "oferecer soluções para prevenir e antecipar possíveis casos de corrupção".
Assim, ele observou que "a corrupção generalizada e sistematizada que vimos no 'caso Montoro' ou no 'caso Kitchen' (...) terminou em 2018 com a moção de censura e a mudança de governo".
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