MADRID 2 mar. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Governo, Pedro Sánchez, apelou a “parar imediatamente a espiral” que se está a produzir no Médio Oriente na sequência do ataque lançado pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, condenando as ações levadas a cabo nas últimas horas pelo regime iraniano, bem como pelo partido-milícia libanês Hezbollah e pelo Exército israelita no Líbano.
“A violência só gera mais violência. As bombas atingem alvos militares, mas também ruas, aeroportos, escolas e casas de civis inocentes”, denunciou Sánchez em uma mensagem na rede social 'X'.
O presidente condenou “energicamente todos os ataques ilegais e indiscriminados contra os países do Conselho de Cooperação do Golfo e outros países da região” levados a cabo pelo Irã, lembrando que o regime iraniano atacou a Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Chipre, Emirados Árabes Unidos, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait e Omã.
“Também condenamos”, acrescentou o presidente, “o lançamento de mísseis pelo Hezbollah e o ataque de Israel ao Líbano”, que nas últimas horas deixou pelo menos 30 mortos, segundo as autoridades libanesas. Vale lembrar que há cerca de 650 soldados espanhóis destacados neste país no âmbito da Força Interina das Nações Unidas para o Líbano (FINUL).
“Devem parar imediatamente esta espiral e regressar ao quadro da diplomacia e do diálogo”, exigiu o chefe do Executivo, em linha com a mensagem que o Governo tem vindo a transmitir desde sábado, rejeitando o “ataque unilateral” lançado pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, bem como a resposta iraniana aos mesmos, e exigindo a desaceleração.
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