David Zorrakino - Europa Press - Arquivo
MADRID 9 set. (EUROPA PRESS) -
O chefe do Executivo, Pedro Sánchez, afirmou nesta quarta-feira que continuará contando com o ex-presidente José Luis Rodríguez Zapatero, em meio à investigação do “caso Plus Ultra”, na próxima campanha para as eleições gerais de 2027, ao mesmo tempo em que defendeu sua “presunção de inocência” e seu direito à “legítima defesa”.
Sánchez destacou tanto a trajetória quanto o legado de Zapatero, que “é muito importante para o PSOE”, especialmente em áreas como a igualdade efetiva entre homens e mulheres, e por isso reafirmou que contará com ele, como “sempre”, na campanha eleitoral, assim como fez em 2023.
O presidente do Executivo criticou o fato de haver até mesmo “meios de comunicação e partidos políticos” que dão mais credibilidade a um “delinquente” como o empresário Víctor de Aldama, “em vez de a um representante público” como Zapatero, que, “por mais que você não goste”, foi “eleito democraticamente” e tem “todo o direito de se defender”.
“Acredito na presunção de inocência de José Luis Rodríguez Zapatero e esperamos que tudo possa ser esclarecido. Essa é a minha convicção”, concluiu ele em uma entrevista ao canal ‘La 1’, divulgada pela Europa Press.
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