Francisco J. Olmo - Europa Press
Ele diz que na Espanha há uma ala direita "tutelada" pela Vox, enquanto na Alemanha ela é moderada e não concorda com a extrema direita.
ARMILLA (GRANADA), 23 (EUROPA PRESS)
O presidente do governo, Pedro Sánchez, reiterou seu apoio à Ucrânia e advertiu que "premiar" o agressor, ou seja, o presidente russo Vladimir Putin, é "pagar por futuras agressões", ao mesmo tempo em que advertiu que a paz não pode ser imposta e deve ser acordada com ucranianos e europeus.
Além disso, em vista das eleições alemãs a serem realizadas neste domingo, ele disse que na Alemanha há uma direita "moderada" que não concordará com a extrema-direita, enquanto na Espanha ela está "sob a tutela" da Vox. Assim, ele pediu mais uma vez ao líder do PP, Alberto Núñez Feijóo, que rompesse todos os laços com o partido de Santiago Abascal.
Na véspera de uma nova visita a Kiev para se reunir com o presidente ucraniano, Volodymir Zelenski, Sánchez rejeitou as palavras do americano Donald Trump, que o chamou de "ditador" e enfatizou que ele foi eleito democraticamente.
"É difícil acreditar que existam líderes que falam de Zelenski como um ditador, quando ele foi eleito com os votos do povo", disse ele, antes de ressaltar que não foi Putin quem defendeu a democracia na Rússia, mas o líder da oposição Alexei Navalni, que pagou por isso "caro, com sua vida".
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