PEQUIM 14 abr. (Por Daniel Blanco, correspondente especial da EUROPA PRESS) -
O presidente do Governo, Pedro Sánchez, espera que a China possa intervir para pôr fim à guerra no Irã, iniciada pelos Estados Unidos e por Israel, e considera que ela é praticamente o único ator capaz de encontrar vias diplomáticas para acalmar a situação.
“Parece-me muito difícil encontrar outros interlocutores que possam resolver esta situação provocada no Irã e no Estreito de Ormuz, além da China”, afirmou Sánchez em uma coletiva de imprensa em Pequim durante sua viagem oficial.
Além disso, ele negou que sua visita possa incomodar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, depois que o presidente chinês, Xi Jinping, disse que seu país e a Espanha estão “do lado certo da história” em referência à guerra no Oriente Médio, na reunião que ambos mantiveram nesta mesma terça-feira.
Nesse sentido, Sánchez defendeu que a Espanha tem uma posição coerente em política externa e sempre defende o respeito ao direito internacional. Por isso, considera que “ninguém deve se ofender” com esta visita, a quarta que realiza a Pequim em quatro anos.
Além disso, reiterou que a Espanha é contra essa guerra, cujas consequências já estão sendo sentidas pelas diferentes sociedades no mundo, e, portanto, considera “necessários” todos os esforços que as nações possam fazer para deter o conflito. Especialmente aqueles que têm “diálogo” com os atores envolvidos e não participaram diretamente do conflito, em referência à China.
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