Europa Press/Contacto/Efe/Cristian Hern‡Ndez
MADRID 26 jan. (EUROPA PRESS) - O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, insistiu nesta segunda-feira que mais de 600 pessoas foram libertadas no âmbito do processo de libertações anunciado pelas autoridades venezuelanas, pelo que considera que as ONG não se baseiam em dados fiáveis ao afirmar que o número é muito inferior.
“O número já ultrapassa os 600, incluindo os 200 de 24 e 31 de dezembro”, incluindo os 192 libertados que foram informados em 24 e 31 de janeiro, afirmou Saab em declarações à emissora colombiana Caracol Radio, referindo-se ao número de pessoas libertadas.
Ao ser questionado sobre os números das ONGs, como o Foro Penal, que informou 266 libertações desde 8 de janeiro, Saab argumentou que “os números que eles manejam são erráticos”. “Muitas vezes eles confundem e fazem coisas que não são pertinentes”, argumentou.
Nesse sentido, ele se recusou a comparar o “status” de uma ONG com o do Ministério Público, instituição que “na Venezuela e no planeta Terra (...) é responsável pela ação penal, é quem solicita, é o órgão, é a instituição que tem o poder de investigar e solicitar a medida, neste caso, de libertação”.
Em referência às libertações, Saab salientou que elas não têm uma ligação direta com a intervenção e as exigências dos Estados Unidos, uma vez que, segundo ele, essas listas estavam sendo revisadas desde outubro e novembro. Além disso, ele lembrou outras libertações durante os governos de Hugo Chávez e Nicolás Maduro que demonstram que se trata de uma “política de Estado”. “Este é um gesto, um passo à frente pela paz, pela convivência, e acredito que estamos conseguindo”, afirmou.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático