Publicado 16/01/2026 07:34

Rutte se reunirá na segunda-feira com a Dinamarca e a Groenlândia em plena crise devido às pretensões de Trump

Archivo - Arquivo - 11 de dezembro de 2025, Berlim: O chanceler alemão Friedrich Merz (não fotografado) gesticula ao lado de Mark Rutte, secretário-geral da OTAN, na varanda da Chancelaria Federal, no início de uma reunião bilateral. Foto: Kay Nietfeld/dp
Kay Nietfeld/dpa - Arquivo

BRUXELAS 16 jan. (EUROPA PRESS) -

O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, se reunirá nesta segunda-feira com o ministro da Defesa da Dinamarca, Troels Lund Poulsen, e a ministra das Relações Exteriores e Pesquisa da Groenlândia, Vivian Motzfeldt, no contexto da crise na Groenlândia devido às pretensões do governo de Donald Trump de assumir a soberania da ilha do Ártico.

A Aliança Atlântica anunciou isso em um comunicado, no qual detalhou que a reunião ocorrerá na sede da OTAN em Bruxelas, embora, por enquanto, não tenha fornecido mais detalhes sobre o encontro com os dois ministros da Dinamarca e da Groenlândia.

Durante o encontro, será provavelmente abordada a segurança do Ártico, uma questão que o próprio Rutte defendeu esta semana como “uma prioridade” para a Aliança Atlântica, argumentando que o degelo está abrindo novas rotas marítimas e que, portanto, a OTAN deve garantir que “tudo seja feito para proteger a região”.

“Temos que trabalhar juntos para garantir que o Ártico continue seguro. Atualmente, estamos discutindo os próximos passos sobre como garantir que daremos um acompanhamento prático a essas discussões para garantir que façamos tudo coletivamente e por meio de nossos aliados individuais para garantir que o Ártico continue seguro”, afirmou Rutte em uma coletiva de imprensa.

Esta citação ocorre depois que, nesta quarta-feira, os ministros das Relações Exteriores da Dinamarca e da Groenlândia se reuniram na Casa Branca com o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, em que ambas as partes concordaram em colaborar, mas divergiram sobre a possibilidade de Washington assumir o controle da ilha.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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