BRUXELAS 24 fev. (EUROPA PRESS) -
O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, pediu nesta terça-feira mais ajuda militar, financeira e humanitária para Kiev, no dia em que se cumpre o quarto aniversário da invasão russa da Ucrânia, e insistiu na necessidade de estabelecer garantias de segurança eficazes para assegurar “uma paz justa e duradoura” quando for alcançado um acordo com a Rússia.
Em uma declaração institucional na sede da OTAN em Bruxelas, acompanhado pela chefe da Missão da Ucrânia junto à Aliança Atlântica, Alyona Getmanchuk, Rutte afirmou que é “imperativo” que os aliados ajudem a Ucrânia a “se defender do terror russo vindo dos céus e manter as linhas de frente”. “Este apoio é essencial. A Ucrânia precisa de mais. Porque uma promessa de ajuda não põe fim a uma guerra. A Ucrânia precisa de munições hoje e todos os dias até que cesse o derramamento de sangue”, defendeu o também ex-primeiro-ministro dos Países Baixos, que comemorou o fato de que, apesar de já terem se passado quatro anos de guerra, “a Rússia não conseguiu realizar suas ambições no campo de batalha”.
Dito isso, ele lembrou que “a OTAN esteve com a Ucrânia desde o início”, está com ela hoje e estará “ao longo dos desafios que surgirem” no futuro. Ele também valorizou os esforços do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para “acabar com a guerra agora”, com as negociações tripartites entre Washington, Kiev e Moscou. Rutte admitiu que é “difícil pensar no futuro” quando ainda há “tanta adversidade”, especialmente com um inverno “sombrio” para a Ucrânia. Depois de dizer que, em sua opinião, “há esperança”, ele citou o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill, que “nos dias mais sombrios da Segunda Guerra Mundial” disse: “Nossas qualidades e ações devem arder e brilhar através da penumbra da Europa”.
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