Publicado 04/06/2025 07:38

Rutte convida a Ucrânia para a cúpula da OTAN, mas não confirma se haverá reunião de líderes com Zelenski

Archivo - Arquivo - O presidente ucraniano Volodimir Zelenski e o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, durante sua visita a Odessa.
UKRANIAN PRESIDENCY - Arquivo

BRUXELAS 4 jun. (EUROPA PRESS) -

O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, disse na quarta-feira que havia convidado a Ucrânia para a cúpula da Aliança, embora não tenha confirmado se haveria uma reunião de líderes com o presidente ucraniano Volodimir Zelenski, como tem sido o caso em cúpulas recentes de líderes aliados.

"Convidei a Ucrânia para a cúpula e apresentaremos o programa com mais detalhes assim que possível", disse o chefe político da OTAN em uma coletiva de imprensa antes da reunião dos ministros da defesa aliados em preparação para a cúpula em Haia, nos dias 24 e 25 de junho.

A esse respeito, Rutte enfatizou a máxima cooperação com Kiev por meio do Grupo de Contato que se reunirá nesta quarta-feira na sede da OTAN, bem como com o Conselho OTAN-Ucrânia. No entanto, ele se limitou a dizer que a próxima cúpula na Holanda desempenhará um "papel" nessa dinâmica, sem querer confirmar uma reunião no mais alto nível com Zelenski, como foi o caso nas cúpulas anteriores em Vilnius em 2023 e Washington em 2024.

Com relação ao comunicado que resumirá as conclusões da cúpula de líderes, que em reuniões recentes se referiu à situação na Ucrânia, Rutte assegurou que nesta ocasião ele deve se concentrar em "algumas questões", enfatizando o aumento dos gastos com defesa, uma questão que dominará a cúpula, e em garantir que a produção industrial acompanhe o boom do investimento militar.

"Discutiremos a Ucrânia, ela estará na agenda da cúpula, não há dúvida sobre isso", disse ele, sem detalhar se a guerra na Ucrânia apareceria no comunicado final e que tipo de menção poderia ser esperada.

Na segunda-feira, Zelenski disse, após sua reunião com o secretário-geral da OTAN, que a Ucrânia participaria da cúpula em Haia, chamando-a de um gesto "importante" e alertando que seria uma "vitória" do presidente russo Vladimir Putin "sobre a OTAN" se Kiev não recebesse um convite.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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