Publicado 20/05/2026 07:45

Rutte considera "totalmente ridícula" a acusação da Rússia de que a Ucrânia estaria preparando ataques a partir da Letônia

Archivo - Arquivo - FOTO DE DIVULGAÇÃO - 26 de março de 2026, Bélgica, Bruxelas: O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, discursa durante o lançamento do Relatório Anual de 2025 do secretário-geral da OTAN, em Bruxelas. Foto: -/OTAN/dpa - ATENÇÃO: uso exc
-/NATO/dpa - Arquivo

Ele afirma que a incursão de drones ucranianos no Báltico é culpa da Rússia e que a Aliança está preparada para derrubá-los

BRUXELAS, 20 maio (EUROPA PRESS) -

O secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, classificou nesta quarta-feira como “totalmente ridícula” a acusação do Serviço de Inteligência Externa da Rússia (SVR) de que a Ucrânia estaria preparando “ataques terroristas” a partir da Letônia para provocar uma escalada do conflito com Moscou.

“Essa acusação russa é totalmente ridícula. Totalmente ridícula, e a Rússia sabe disso”, afirmou o chefe da Aliança Atlântica ao ser questionado em uma coletiva de imprensa em Bruxelas sobre as advertências do Kremlin de que Kiev estaria preparando o lançamento de drones a partir dos Estados Bálticos para atingir seus alvos na Rússia em menos tempo.

Na véspera da reunião dos ministros das Relações Exteriores da Aliança, que ocorrerá nesta quinta e sexta-feira em Helsingborg (Suécia), Rutte também se referiu ao abate, nesta terça-feira, de um drone ucraniano que foi interceptado no espaço aéreo da Estônia, argumentando que a entrada involuntária desses dispositivos em Estados-membros da OTAN é culpa da invasão russa da Ucrânia.

"Se os drones vêm da Ucrânia, não estão lá porque a Ucrânia quisesse enviar um drone para a Letônia, Lituânia ou Estônia. Estão lá devido ao ataque em grande escala, imprudente e ilegal da Rússia em 2022, que começou em 2022 após, é claro, o que ela fez na Crimeia em 2014 contra a Ucrânia. É por isso que isso está a acontecer”, justificou.

Rutte indicou que a Aliança Atlântica, no entanto, está preparada para esse tipo de situações e que, por isso, um caça F-16 da missão de vigilância aérea do Báltico liderada pela OTAN, pertencente à Lituânia, abateu um drone ucraniano no espaço aéreo da Estônia.

Nesse sentido, ele incentivou a aprender “todas as lições” da Ucrânia no abate de drones durante a guerra com a Rússia, incorporando “esse conhecimento nos sistemas, modelos e abordagens” dos Estados-membros da Aliança.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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