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MADRID 17 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas descartaram nesta quarta-feira a possibilidade de conseguir uma reforma do Conselho de Segurança da ONU, considerando que é "de fato" "impossível", já que "é necessário consenso" entre os países membros, que têm posições "diametralmente opostas".
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, indicou que é altamente improvável que as partes cheguem a esse consenso e enfatizou que a configuração atual, que é a "única possível no momento", é a base "sobre a qual operar", de acordo com a agência de notícias TASS.
Dessa forma, ele abordou as palavras expressas anteriormente pelo secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, que enfatizou a importância de "reformar o Conselho de Segurança e limitar o poder de veto dos países que o compõem", Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França e China - além de outros dez membros temporários sem direito a veto.
Para Guterres, essa reforma é indispensável, pois a "composição atual não reflete o mundo de hoje, mas sim uma realidade que remonta a 1945", ano em que terminou a Segunda Guerra Mundial. Isso, segundo ele, "gera problemas de legitimidade e eficácia".
Nesse sentido, ele foi positivo em relação às propostas apresentadas até agora para introduzir mudanças, como as da França e do Reino Unido, que buscam limitar o poder de veto, especialmente em situações relacionadas a possíveis violações dos direitos humanos.
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