Publicado 24/04/2026 10:50

A Rússia e a Ucrânia trocam 193 prisioneiros de guerra cada uma

11 de abril de 2026, Chernihiv, Ucrânia: Uma mulher abraça um soldado ucraniano envolto na bandeira nacional após sua libertação do cativeiro russo, em Chernihiv, Ucrânia, em 11 de abril de 2026. Na véspera da Páscoa, a Ucrânia realizou mais uma troca de
Europa Press/Contacto/Tarasov

MADRID 24 abr. (EUROPA PRESS) -

As autoridades da Ucrânia e da Rússia informaram nesta sexta-feira sobre uma nova troca de prisioneiros de guerra, desta vez envolvendo 193 militares de cada lado, aproximadamente duas semanas após outra troca realizada por ocasião da Páscoa Ortodoxa, na qual também havia civis.

O presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, comemorou nesta sexta-feira a chegada dessas quase 200 pessoas que se encontravam em cativeiro russo, após já ter antecipado a notícia na véspera. “Esperamos outra troca. Se Deus quiser, tudo correrá bem”, disse ele em declarações à imprensa.

Zelenski detalhou nesta sexta-feira que entre as pessoas libertadas há membros das Forças Armadas, da Guarda Nacional, do Serviço de Guardas de Fronteira, da Polícia Nacional e do Serviço Estatal de Transporte Especial, alguns deles feridos e sob acusação das autoridades russas.

“É importante que essas trocas estejam ocorrendo e que nosso povo volte para casa”, destacou Zelenski em uma mensagem em suas redes sociais, na qual agradece às partes que trabalharam e mediram para que isso acontecesse, bem como aos militares que ainda se encontram em cativeiro.

“Lembramos de cada um deles e continuamos trabalhando todos os dias para trazer nosso povo de volta para casa do cativeiro russo”, afirmou.

Por sua vez, o Ministério da Defesa russo também confirmou essa troca e precisou que seus militares foram transferidos para território bielorrusso, onde receberão os primeiros socorros antes de retornarem à Rússia.

Moscou agradeceu a mediação dos Estados Unidos e dos Emirados Árabes Unidos nesta nova troca, bem como a ajuda humanitária prestada durante o retorno desses militares.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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