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MADRID 26 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas e ucranianas concluíram nesta quinta-feira uma nova troca de prisioneiros de guerra da qual se beneficiaram militares de ambos os lados, como confirmaram os dois países, que relacionaram essa troca com os compromissos assumidos no início do mês na reunião de Istambul.
"Hoje, os guerreiros das Forças Armadas, da Guarda Nacional e do Serviço de Guarda de Fronteiras estão voltando para casa", disse o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que afirmou que "a maioria" desses militares estava sob custódia russa desde 2022.
Zelenski prometeu que continuaria a fazer "todo o possível" para localizar os que ainda estão desaparecidos e para recuperar todos os que permanecem em mãos russas.
O líder ucraniano não detalhou quantos militares foram beneficiados por essa troca, nem o Ministério da Defesa russo. Moscou se limitou a confirmar as libertações e a dizer que os ex-prisioneiros foram transferidos para Belarus para um exame médico e psicológico inicial.
A conclusão dessas trocas também depende da convocação de uma terceira rodada de negociações diretas entre Kiev e Moscou, como destacou na quinta-feira o porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, que também disse ser favorável a que o governo dos EUA continue colaborando nessa reaproximação, segundo as agências oficiais.
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