MADRID 14 ago. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas e ucranianas concluíram uma nova troca de prisioneiros de guerra na quinta-feira, com a libertação de 84 pessoas de cada lado em uma troca mediada pelos Emirados Árabes Unidos.
"Entre os civis libertados hoje estão aqueles que estavam detidos pelos russos desde 2014, 2016 e 2017. Entre os militares libertados hoje estão os defensores de Mariupol", disse o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky nas mídias sociais.
Zelensky expressou sua gratidão a todos os oficiais da inteligência ucraniana e dos serviços especiais que trabalharam para facilitar o retorno dos 84 prisioneiros de guerra à Ucrânia.
Quase todos os que retornaram à Ucrânia "estão precisando de cuidados médicos e reabilitação", de acordo com Zelenski. "A bravura e a eficiência de nossas unidades da linha de frente possibilitaram que nosso povo voltasse para casa. Haverá mais intercâmbios", disse ele.
O Ministério da Defesa da Rússia disse em um comunicado postado no Telegram que os 84 militares libertados estão em Belarus, onde já estão "recebendo assistência médica e psicológica" e serão posteriormente transferidos para o território russo.
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