Pequim fala em estreitar os laços com Moscou para trazer “mais estabilidade e energia ao mundo”
MADRID, 18 maio (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas informaram nesta segunda-feira que têm “grandes expectativas” em relação à iminente visita, na terça-feira, do presidente russo, Vladimir Putin, à China, onde ele deve se reunir com seu homólogo Xi Jinping, em uma viagem que ocorre poucos dias depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também ter viajado ao gigante asiático.
Foi o que indicou o porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, que confirmou que Putin viajará para Pequim, a capital chinesa, e permanecerá no país até quarta-feira, 20 de maio, a convite do próprio Xi. “Temos as mais altas expectativas”, reafirmou, segundo informações da agência de notícias TASS.
Nesse sentido, ele esclareceu que a delegação que acompanhará Putin durante sua visita será composta por “vice-primeiros-ministros, ministros e executivos de empresas estatais e privadas” que operam naquele país asiático.
Além disso, ele destacou que tanto Moscou quanto Pequim consideram seus laços bilaterais como “relações de parceria estratégica privilegiada e especial”, ao mesmo tempo em que ressaltou que ambos os países compartilham uma “cooperação ampla” e “multifacetada”. “Eles examinarão todos os assuntos de sua agenda econômica bilateral”, assegurou.
Peskov enfatizou que essa cooperação “vai além do comércio e da economia, estendendo-se a todas as áreas possíveis, como educação, medicina e cultura”.
Por sua vez, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, esclareceu que ambos os países buscam melhorar seus laços para trazer “maior estabilidade e energia ao mundo”.
Guo destacou, assim, que as relações entre Pequim e Moscou têm apresentado, nos últimos anos, “um desenvolvimento saudável, estável e profundo”, ao mesmo tempo em que têm gerado “benefícios significativos para ambos os países e seus cidadãos”.
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