Publicado 23/08/2026 09:07

A Rússia retira seu embaixador no Reino Unido, mas garante que as relações diplomáticas permanecem intactas

Archivo - Arquivo - 18 de fevereiro de 2026, Londres, Inglaterra, Reino Unido: Vista geral da Embaixada da Rússia após alegações de que o líder da oposição e ativista teria sido morto com veneno de sapo.
Europa Press/Contacto/Vuk Valcic - Arquivo

MADRID 23 ago. (EUROPA PRESS) -

A Rússia confirmou neste domingo a retirada de seu embaixador no Reino Unido, Andrei Kelin, que deixou o cargo no mês passado sem um sucessor designado, embora Moscou tenha feito questão de esclarecer que essa circunstância não representa, de forma alguma, um enfraquecimento do nível das relações bilaterais.

A notícia foi divulgada pela primeira vez nesta manhã pelo jornal britânico “The Times”, após a confirmação de que o nome de Kelin não constava mais na lista de diplomatas do site da Embaixada russa, agora liderada por seu encarregado de negócios, Vasili Tsiganov. Kelin havia permanecido sete anos no cargo.

Em seguida, uma fonte da Embaixada russa em Londres confirmou a retirada do embaixador, após acusar o governo britânico de trilhar “o caminho do confronto” com Moscou. Kelin, afirmou a fonte, “deixou o país na esperança de que, com o tempo, seja possível restabelecer um diálogo mais construtivo e respeitoso, caso o Reino Unido reconsidere suas políticas em relação ao nosso país”.

Por fim, em um comunicado publicado em sua conta no Telegram, a Embaixada da Rússia no Reino Unido quis destacar que toda essa situação de forma alguma “reduz o nível das relações diplomáticas entre os dois países” mas quis deixar claro que “o estado das relações entre a Rússia e o Reino Unido, em todas as esferas, se deteriorou a um nível excepcionalmente baixo, inteiramente por iniciativa de Londres”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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