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MADRI, 25 ago. (EUROPA PRESS) -
O Kremlin descartou nesta terça-feira que Moscou esteja preparando uma nova mobilização no âmbito da invasão da Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, e afirmou que as informações nesse sentido são promovidas pelas “autoridades ucranianas”, após as declarações do presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, sobre uma possível mobilização de tropas.
“Tudo isso é inventado pelas autoridades ucranianas. Naturalmente, o regime (ucraniano) tenta desestabilizar ideologicamente a situação em nosso país”, afirmou o porta-voz da Presidência russa, Dimitri Peskov, em entrevista concedida à emissora de televisão RTVI.
Assim, ele ressaltou que essas informações são “notícias falsas, divulgadas deliberadamente na mídia”, depois que Zelenski afirmou que Moscou se preparava para mobilizar mais 300 mil militares até o final do ano para manter seu ímpeto no terreno, especialmente no leste da Ucrânia.
O presidente ucraniano afirmou que a Rússia “mobilizará 300 mil soldados, dependendo da situação no leste do país”. “Eles perderão esses novos 300 mil soldados mobilizados. Vamos esmagá-las”, disse ele, antes de ressaltar que, no que vai do ano, “a Rússia perdeu 267 mil militares, incluindo cerca de 155 mil mortos”, números não confirmados por Moscou.
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