Europa Press/Contacto/Donat Sorokin
MADRID 17 mar. (EUROPA PRESS) -
O secretário do Conselho de Segurança da Rússia, Sergei Shoigu, reconheceu nesta terça-feira que nenhuma parte do país está a salvo de ser alvo dos drones ucranianos, cujo desenvolvimento ele destacou, assim como os métodos empregados por Kiev.
Shoigu citou como exemplo a região dos Urais, que “até pouco tempo atrás” era um dos locais fora do alcance dos ataques aéreos lançados a partir da Ucrânia. Agora não é mais assim, pois já “se encontram na zona de ameaça imediata”, segundo a agência de notícias russa Interfax.
Os ataques a essa região, que abrange até seis entidades subnacionais, poderiam causar “danos econômicos significativos” e desestabilizar o funcionamento das grandes áreas metropolitanas, interrompendo as cadeias de abastecimento, incluindo aquelas “fundamentais” para a continuidade da guerra na Ucrânia.
“Este é o potencial industrial e de defesa da região, que é um dos principais centros industriais do nosso país”, destacou durante uma reunião do Conselho de Segurança em Ekaterimburgo, um dos centros neurais do distrito federal dos Urais e uma das grandes cidades da Rússia.
“Aqui se concentram empresas estratégicas da indústria de defesa, instalações energéticas e químicas, e os principais jazigos de petróleo e gás; tudo o que constitui a base da segurança econômica e da capacidade de defesa do Estado”, declarou o ex-ministro da Defesa.
O Ministério da Defesa da Rússia informou nesta terça-feira que cerca de 200 drones ucranianos foram interceptados nas últimas 24 horas, grande parte deles sobre a região de Moscou.
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