Publicado 12/03/2026 09:48

A Rússia reafirma o direito à legítima defesa do Irã e insta os EUA e Israel a apostar na negociação.

11 de março de 2026, Irã, Irã: Iranianos participam dos funerais de comandantes da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), oficiais do exército e civis mortos nos primeiros dias dos ataques dos EUA e de Israel ao Irã. Washington lançou ataques com Israel a
Iranian Supreme Leader'S Office / Zuma Press / Con

MADRID 12 mar. (EUROPA PRESS) - O governo da Rússia defendeu nesta quinta-feira o direito à legítima defesa do Irã contra os ataques dos Estados Unidos e de Israel, aos quais instou a apostar na negociação, quando já se completam quase duas semanas desde o início dos bombardeios que causaram mais de 1.200 mortos.

“Consideramos importante reafirmar o direito da República Islâmica do Irã, bem como de outros Estados, à legítima defesa, de acordo com o artigo 51 da Carta da ONU”, afirmou em coletiva de imprensa a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Maria Zajarova, segundo agências russas.

Da mesma forma, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores pediu aos Estados Unidos e a Israel que suspendam as operações militares e retomem as negociações, e condenou os ataques a instalações e infraestruturas civis no Irã, mas também nos países vizinhos. “São inaceitáveis”, enfatizou.

A surpreendente operação dos Estados Unidos e de Israel começou no dia 28 de fevereiro, em plena negociação com o Irã sobre seu programa nuclear, que insiste não ter motivações bélicas. Desde então, mais de 1.200 pessoas morreram naquele país, entre elas seu líder supremo, o aiatolá Alí Jamenei. Por sua vez, o Irã respondeu atacando instalações e interesses americanos nos países do Golfo.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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