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MADRID 8 set. (EUROPA PRESS) -
As autoridades russas asseguraram nesta segunda-feira que as sanções impostas pela comunidade internacional contra o país não têm efeito real e garantiram que elas "não mudarão o curso dos acontecimentos na Ucrânia", onde as tropas russas continuam lutando no âmbito da invasão que começou há mais de três anos.
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, indicou que essas medidas "não tiveram efeito no país" e disse que, em geral, isso continuará acontecendo. Com essas palavras, ele se referiu à possibilidade de os Estados Unidos e a União Europeia reimporem em breve as sanções contra Moscou.
"Nenhuma sanção vai forçar a Rússia a mudar sua posição, que é consistente e foi reiterada pelo presidente (Vladimir Putin)", disse Peskov em declarações relatadas pela agência de notícias russa TASS.
Putin continua a argumentar que a economia russa cresceu mais rapidamente do que a dos países do G7, em um claro desafio às previsões ocidentais de uma grave crise econômica.
No domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que estava pronto para passar para a segunda fase das sanções em uma tentativa de fazer com que Putin se sentasse à mesa de negociações para acabar com a guerra. O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, confirmou que os Estados Unidos estão abertos a novas sanções, visando especialmente os países que compram petróleo russo.
"Estamos agora em uma corrida entre o que o exército ucraniano pode suportar e o que a economia russa pode suportar", disse ele, enfatizando que, se os EUA intervierem e impuserem mais sanções e tarifas, "a economia russa entrará em colapso total".
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