Europa Press/Contacto/Vyacheslav Prokofyev/Kremlin
MADRID 7 abr. (EUROPA PRESS) -
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, promulgou nesta segunda-feira uma lei que proíbe expressamente a contratação de publicidade em portais vinculados a organizações classificadas como "extremistas" ou "indesejáveis", o que afetará, por exemplo, redes sociais como Facebook ou Instagram, que já estão proibidas na Rússia.
A reforma prevê punições tanto para os anunciantes quanto para as empresas intermediárias responsáveis pela distribuição, com penalidades que, por enquanto, se limitam a multas. No caso das entidades, as penalidades podem chegar a meio milhão de rublos (mais de 5.300 euros), informa a agência de notícias TASS.
Entretanto, a implementação das novas regulamentações não será imediata, pois o texto promulgado por Putin prevê que entrará em vigor em 1º de setembro.
O governo russo usa os rótulos de "indesejável" ou "extremista" para limitar a atividade de indivíduos ou organizações que considera contrários aos interesses nacionais, o que na prática se tornou um canal para perseguir dissidentes ou entidades ligadas a outros países que criticam a doutrina do Kremlin em questões fundamentais, como a invasão militar da Ucrânia.
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