Publicado 14/04/2026 08:19

A Rússia prendeu três pessoas ligadas à Ucrânia por planejarem um atentado contra um alto oficial militar

Archivo - Arquivo - RÚSSIA, MOSCOU - 24 DE FEVEREIRO DE 2026: Vladimir Putin (à frente), presidente da Rússia, seguido por Alexander Bortnikov, chefe do Serviço Federal de Segurança, chega para discursar em uma reunião do conselho de administração
Europa Press/Contacto/Mikhail Metzel - Arquivo

MADRID 14 abr. (EUROPA PRESS) -

O Serviço Federal de Segurança da Federação Russa (FSB) anunciou nesta terça-feira a prisão de três pessoas acusadas de planejar um atentado contra um alto funcionário da segurança russa no último dia 2 de abril, em um centro de negócios em Moscou.

Entre os detidos estariam um militar ucraniano recrutado pelo Serviço de Segurança da Ucrânia (SBU), um cidadão moldavo e outro russo, informou o próprio FSB em um comunicado.

“Verificou-se que o cidadão ucraniano é membro das Forças Armadas da Ucrânia e que participou de operações militares contra as Forças Armadas da Rússia nas províncias de Donetsk, Zaporizhia e Sumy”, indica o comunicado do FSB.

Além disso, o comunicado indica que o cidadão ucraniano foi enviado a Moscou para “realizar tarefas de reconhecimento e assassinar um militar”.

“Seguindo ordens de seu superior, ele retirou componentes de um artefato explosivo de um depósito, montou um artefato explosivo improvisado com elementos detonantes, colocou-o no porta-malas de uma scooter elétrica e o entregou no local do atentado terrorista, próximo a um centro de negócios em Moscou, para sua detonação à distância”, acrescenta o comunicado.

Por outro lado, o cidadão moldavo teria sido recrutado pelos serviços de inteligência ucranianos em dezembro de 2025 em Chisinau e enviado a Moscou para realizar trabalhos de reconhecimento e transmitir o atentado online.

Por sua vez, o cidadão russo teria trocado informações visuais para “determinar onde estacionar a scooter elétrica em troca de dinheiro”, aponta o FSB.

Segundo a agência de notícias russa TASS, “o artefato continha 1,5 kg de explosivo plástico juntamente com estilhaços, com o objetivo de ser detonado remotamente, por meio de uma rede Wi-Fi atribuída a uma ‘casa inteligente’ e um modem com tecnologia 4G”.

Nesse caso, a operação teria tentado utilizar uma técnica semelhante ao atentado terrorista que tirou a vida do chefe das Tropas de Defesa Química, Biológica e Nuclear da Rússia, Igor Kirillov, e de seu assistente, Ilya Polikarpov, em 17 de dezembro de 2024, pelas mãos das forças de segurança ucranianas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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