Publicado 10/01/2026 08:28

A Rússia nega qualquer envolvimento no ataque à Embaixada do Catar em Kiev, que atribui a um erro ucraniano.

9 de janeiro de 2026, Kiev, Ucrânia: Um prédio de apartamentos no distrito de Desnianskyi é danificado por um ataque noturno com mísseis e drones da Rússia, Kiev, Ucrânia, 9 de janeiro de 2026.
Europa Press/Contacto/Yulia Ovsiannikova

MADRID 10 jan. (EUROPA PRESS) - O governo da Rússia negou que a Embaixada do Catar em Kiev tenha sido um alvo deliberado do grande ataque realizado na madrugada desta sexta-feira contra a capital da Ucrânia e garante que os danos causados à missão diplomática foram, na verdade, resultado de um erro da defesa aérea ucraniana.

“As missões diplomáticas nunca foram alvo de ataques das Forças Armadas russas”, informou o Ministério das Relações Exteriores em sua conta no Telegram.

Dado que, segundo o Ministério, “não existem alvos militares ou de outro tipo nas imediações da missão diplomática do Catar”, os danos no edifício da Embaixada foram causados por uma falha do sistema de defesa aérea ucraniano. “A Rússia considera o Estado do Catar um Estado amigo e um parceiro prioritário”, conclui o Ministério das Relações Exteriores russo.

O ataque russo deixou pelo menos quatro mortos e 20 feridos e caracterizou-se pelo uso, pela segunda vez desde o início da guerra em fevereiro de 2022, do míssil do tipo “Oreshnik”, com capacidade para transportar ogivas nucleares.

Moscou caracterizou o ataque como “uma resposta ao ataque terrorista do regime de Kiev contra o presidente da Federação Russa (Vladimir Putin) na região de Novgorod, que ocorreu em 29 de dezembro de 2025”, um evento que a Ucrânia afirma não ter ocorrido e que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, colocou em dúvida.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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