Publicado 21/05/2026 12:53

A Rússia nega que centenas de seus militares tenham sido treinados na China antes de serem enviados para a Ucrânia

Archivo - Arquivo - O porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov (arquivo)
-/Kremlin Press Office/dpa - Arquivo

MADRID 21 maio (EUROPA PRESS) -

As autoridades russas negaram nesta quinta-feira que centenas de seus militares tenham sido treinados em segredo pelas Forças Armadas da China antes de sua mobilização na Ucrânia, conforme consta de uma série de documentos de agências de inteligência de vários países europeus aos quais a agência de notícias Reuters teve acesso.

O porta-voz do Kremlin, Dimitri Peskov, afirmou durante uma coletiva de imprensa que não há comentários sobre o assunto, mas declarou que “a mídia na Europa e nos Estados Unidos está divulgando uma grande quantidade de informações falsas”, conforme noticiado pela agência russa TASS.

“Esse é o problema que enfrentamos. Temos que ser cuidadosos ao lidar com esse tipo de informação falsa”, afirmou Peskov, que negou que a China tenha treinado cerca de 200 soldados russos ao longo de 2025, alguns dos quais teriam sido posteriormente enviados para a linha de frente em território ucraniano.

As informações dos serviços de inteligência indicavam que essas atividades de treinamento supostamente respondiam a um acordo assinado em julho daquele mesmo ano entre os governos da Rússia e da China e que afirmavam que as instalações de treinamento estavam localizadas em Pequim, a capital, e em Nanquim, situada ao sul, perto de Xangai.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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